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19 de Maio de 2010 - Jornal das Caldas. Edição on-line

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O Veneno de
Ofiúsa é mais um livro da Coleção TEEN
da Saída de Emergência, da autoria do escritor português
Francisco Dionísio, autor da Saga “Os Mouros das Terras
Encantadas” (Prime Books). À semelhança dessa saga,
também este livro pega no imaginário português e na nossa
história para criar um romance histórico com elementos de
fantasia.
Encontramo-nos na
Hispânia de XI a.C. e vamos acompanhar
as aventuras de Anio e Camal, dois jovens pertencentes à tribo
dos Galaicos, que habitavam no noroeste da actual Península
Ibérica. Para além deste povo, o livro recupera ainda vários
outros: Sefes, Estrímnios e Lusitanos, todos eles povos pré-romanos.
Uma aliança entre o chefe da tribo dos Galaicos (e pai de Anio)
e os Sefes ameaça a paz destas tribos, uma vez que os Sefes,
orientados pela deusa Ofiúsa, desejam recuperar uma joia que
permitirá a esta reclamar para si a supremacia sobre os outros
deuses e o domínio dos homens.
É um livro
relativamente curto, mais dirigido ao público jovem adulto, mas
que acaba por apresentar explorações interessantes da história
da Península Ibérica pré-romana, da qual pouco conhecia.
A história em si é interessante, mas notei alguma falta de
desenvolvimento das personagens, estando o principal foco nos
confrontos e na movimentação das personagens nos cenários que
vão percorrendo. Mas, tal como disse, o público-alvo deste
livro é jovem, podendo agradar-lhe mais este destaque dado à
componente aventura. É de louvar a escolha da nossa história
para pano de fundo desta história, e seria bom vê-lo mais
vezes. Gostei. — Célia M.
Blog
Estante de Livros
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“O Elmo de Cristal” e “O Monte Sagrado” de Francisco Dionísio.
Histórias de mouras encantadas e de lutas entre os exércitos do bem e do mal em dois lugares bonitos de Portugal.
Uma colecção a seguir.
Cristina Norton, Revista
30 Dias em Oeiras, Julho - Agosto de 2009 |
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8
de Maio de 2008 - Escola E.B 2-3 Soeiro Pereira Gomes, Alhandra
18 de
Maio de
2007 - Escola E.B 123 Santo Onofre, Caldas da Rainha
22 de
Março de
2007 - Escola E.B 2-3 João Gonçalves Zarco, Cruz Quebrada/Dafundo
7 de Dezembro de
2006 - Escola E.B 2-3 Soeiro Pereira Gomes, Alhandra
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Ninguém fica indiferente a um menir ou a uma anta. Prova disso
mesmo foi a mobilização de mais de 200 pessoas para erguer por
métodos primitivos um monumento megalítico de 15 toneladas e
sete metros, no Barrocal (Reguengos de Monsaraz). Aconteceu no
dia 23 de Setembro
–
ou melhor, não chegou a acontecer, mas isso não interessa.
As pedras grandes atraem, e o Ricardo, a Rita e o André não
resistiram a visitar, durante a noite, as Antas do Olival da
Pega, em Monsaraz (mais precisamente Sharish, a terra de Balen
al-Farah). Foram às escondidas de Sara, que pensara ter
conseguido dissuadi-los dessa arriscada aventura. "Não podiam
conceber as perigosas forças que se concentram e escondem em
certos locais" (pág. 41).
Seguiu-os, mas, quando os avistou, já não pôde impedir que
entrassem na anta. Atirou-se também lá para dentro e regressou
assim ao reino da sua mãe, Zaida, uma moura encantada. O povo de
origem de Sara vai pedir-lhe então ajuda na demanda do elmo de
cristal, uma arma cobiçada pelos povos rivais das Terras
Encantadas. Os talentos de Ricardo, de Rita e de André também
terão um papel importante no impedimento do avanço das forças
demoníacas dos Encobertos.
Francisco Dionísio, o autor de "Elmo de Cristal / Os Mouros das
Terras Encantadas", consegue criar um ambiente fantástico que
envolve o leitor e o faz acompanhar com interesse as
personagens, quer as reais, por assim dizer, quer as lendárias.
As descrições, os pormenores e as ligações com os espaços
geográficos alentejanos são bem doseados entre os quadros de
maior acção, sempre cativantes para os jovens, e suscitam
vontade para visitar monumentos megalíticos.
(Há uma irritante confusão entre "concelhos" e "conselhos", pág.
114.)
No final, regista-se um pequeno glossário, de que se transcrevem
aqui alguns termos interessantes que se repetem ao longo do
livro. Al-Andaluz: nome atribuído pelos árabes à Península
Ibérica; Rio Anas: rio Guadiana, cuja junção deriva da palavra
árabe "uadi" (rio) com a palavra "ana" (água); Sharish ou Xaris:
nome de Monsaraz durante a ocupação islâmica.
O
autor desta história, que não é apenas de aventuras, apoiou-se
em estudos de Teófilo Braga, Consiglieri Pedroso, José Leite de
Vasconcelos e Gentil Marques. Fez bem.
Público, 6 de
Outubro de 2006 |
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Quatro amigos, Ricardo, Rita, André e Sara, entram no "glorioso
mundo das mouras encantadas, em pleno cerco a Monsaraz
–
mais precisamente, Sharish". Ao abrirem uma porta mágica que os
levará a uma dimensão intemporal e mitológica, viverão momentos
de aventura, medo e angústia. Só ultrapassando todos os seus
talentos e mantendo-se unidos conseguirão avançar na procura do
elmo de cristal, "a arma mais cobiçada pelos povos rivais". Para
criar esta narrativa, Francisco Dionísio apoiou-se nos estudos
de Teófilo Braga, Consiglieri Pedroso, José Leite de
Vasconcelos, Gentil Marques, entre outros. Quem adorou o livro
foi o escritor Rui Zink, que sobre ele disse: "Uma maravilha. Eu
bem suspeitava que em Portugal ainda havia moiras encantadas."
Público, 26
de Agosto de 2006 |
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As sempre presentes lendas e superstições das mouras encantadas
servem de cenário para uma luta entre o Bem e o Mal. Quatro
jovens abrem inadvertidamente a porta mágica para uma dimensão
intemporal e mitológica, vivendo uma aventura que os transporta
a castelos misteriosos, a enormes antas e a criaturas terríveis
e ameaçadoras. E para que o Bem vença o Mal é necessário que os
quatro se mantenham unidos e se esforcem para além de todos os
limites.
Psicologia Actual,
Agosto de 2006 |
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Uma história fantástica onde Monsaraz se torna, de novo, no
nosso século, portal para todo um mundo de moiras encantadas.
Rui Zink, Revista
VIP, 12 de Agosto 2006 |
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28
de Junho de 2006 - Lançamento de "O Elmo de Cristal",
Livraria Bulhosa Oeiras Parque
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